MIGREPI

26 Agosto, 2009

Brasileiros são presos com passaportes falsos na Espanha, em 26/08/09

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Brasileiros são presos com passaportes falsos na Espanha

26/08/09

http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3941776-EI5030,00.html

A polícia espanhola prendeu, na última quinta-feira, 23 brasileiros acusados de portarem falsos passaportes portugueses. Os suspeitos foram presos em diversas localidades da região da Catalunha, no nordeste do País, trabalhando em empresas de construção locais. As informações são do jornal El País.

A polícia espanhola passou a investigar o grupo depois que uma funcionária do governo detectou dois registros de imigrantes com o mesmo número de passaporte, um português e um brasileiro, e alertou a polícia. Após várias semanas de investigações, os operários foram detidos na última quinta-feira por agentes da imigração espanhola.

Os operários são acusados de falsificação de documento e infração da lei de imigração.

Segundo o jornal espanhol, a maioria deles entrou na Espanha como turista e comprou os passaportes portugueses a fim de conseguirem serem contratados como cidadãos da União Européia.

Redação Terra

19 Agosto, 2009

Imigração ilegal cai 40% na Espanha até julho, em 17/08/09

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Imigração ilegal cai 40% na Espanha até julho

17/08/09

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/08/17/imigracao-ilegal-cai-40-na-espanha-ate-julho-757441036.asp

 

MADRI – O número de imigrantes que entraram na Espanha de forma ilegal durante os sete primeiros meses de 2009 foi 40% menor em relação ao mesmo período do ano passado, segundo o Ministério do Interior. Até o fim de julho do ano passado, 7.500 pessoas entraram no país. Já neste ano, foram 4.457, segundo o jornal “El País”. Para o ministério, a redução se explica pelas medidas de controle de imigração e de repatriação intensificadas nos últimos tempos no país.

54 exploravam nigerianas sob ameaças de vodu, em 19/08/09

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54 exploravam nigerianas sob ameaças de vodu

19/08/09

http://www.tvi24.iol.pt/internacional/violacao-falsificacao-alemanha-espanha-nigeria-tvi24/1083200-4073.html

Detidos falsificavam documentos em larga escala para favorecer a introdução de mulheres nigerianas na Alemanha

Cinquenta e quatro pessoas foram detidas por falsificação de documentos que favoreciam a introdução de mulheres nigerianas na Alemanha, para exploração sexual sob ameaça de vodu, informa a «Europa Press». Um dos suspeitos foi detido na Alemanha e os restantes 43 foram detidos em Espanha.

A operação foi levada a cabo pela polícia espanhola em colaboração com a congénere alemã e desenvolveu-se em 20 locais de diversas províncias espanholas e em cinco cidades alemãs.

Os detidos falsificavam em larga escala todo o género de documentos, tais como passaportes, comprovativos de residência e trabalho, certificados de antecedentes criminais, cartas de condução, entre outros, com o objectivo de favorecer a imigração ilegal.

As autoridades apreenderam ainda 300 documentos falsos, 100 gramas de heroína, 30 jóias e objectos próprios para fazer vodu.

A organização oferecia ainda os «serviços» a nigerianos ilegais em Espanha, oferecendo-lhes a residência legal através de falsos matrimónios, quer com cidadãos espanhóis, quer com nigerianos em situação legal em Espanha.

28 Novembro, 2008

España contrata a menos extranjeros, 10/10/08

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Clarin, 10/10/08:

http://www.clarin.com/diario/2008/10/10/elmundo/i-01778237.htm

España contrata a menos extranjeros

Frente al creciente desempleo, España redujo el catálogo de trabajos para los que solicita mano de obra fuera del país. Esto es, contratará un 35% menos de trabajadores extranjeros, especialmente en los sectores de la construcción y los servicios, informó ayer la secretaria de Estado de Inmigración, Consuelo Rumí.

“Si hay demandantes españoles o extranjeros en España, deben optar primero a ese puesto”, afirmó Rumí, tras presentar en el Congreso los presupuestos de su departamento para 2009.

“No sería muy razonable que hoy se necesitaran albañiles” que lleguen de otros países, agregó, en referencia al católogo que se revisa cada trimestre para solicitar trabajadores inmigrantes.

“No se trata de recortes sino de una adecuación” a una situación de cobertura de empleo en España, agregó la secretaria general de Empleo, Maravillas Rojo.

El número de desempleados aumentó en España un 3,7% en septiembre, según datos del Ministerio de Trabajo. En el último año, el desempleo creció un 30,1%.

España enfrenta desde principios de año una brusca caída de la actividad en el sector inmobiliario, lo que se tradujo en la pérdida de empleo para legiones de trabajadores poco calificados.

Espanha será a Flórida da Europa, 19/11/08

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Blog Controvérsia, 19/11/08:

http://blog.controversia.com.br/2008/11/19/espanha-sera-a-florida-da-europa/

Espanha será a Flórida da Europa

Carmen Morán

A Espanha é um país terapêutico, como atestam os milhares de aposentados que todo ano viajam em busca do sol por diversos períodos de tempo. Essa espécie de turismo continuará, com permissão da mudança climática, sempre que esses cidadãos europeus encontrarem nesse retiro as condições para atender suas necessidades sócio-sanitárias. Na Espanha residem 163 mil pessoas com mais de 65 anos vindas da Europa dos 27. No sindicato Comissões Operárias (CCOO) calculam que mais de 25 mil precisam de ajuda para desempenhar alguma atividade, ou seja, entraram em situação de dependência. O sindicato considera que é uma boa oportunidade para o empresariado espanhol, que poderia construir centros geriátricos ou desenvolver serviços para atender a essa população, que também tem dinheiro para pagá-los.

Não é absolutamente descabido, como provam as residências já levantadas na costa por alemães e noruegueses, por exemplo, com capital público e privado. E seu interesse pela compra de terrenos continua. Diante da nova lei de dependência, que vai aos arrancos na Espanha, os empresários do setor conhecem de sobra a necessidade de profissionais e centros especializados, mas as negociações com o governo não os convenceu a investir com força. “Com o tempo se tomará esse caminho, mas a demanda ainda não é urgente. As residências geriátricas do Levante são as que mais apresentam desocupação, e o empresário não pode tê-las vazias metade do ano. Acabamos enchendo-as com espanhóis”, afirma o presidente da Federação Empresarial de Assistência à Dependência (FED), José Alberto Echevarría. “Não é porque não encontrem aqui o que procuram, eles têm e sai barato; é que ainda não chegou o desembarque que se espera. Há aposentados, sim, mas não entraram em situação de dependência”, afirma.

A Sanyres é uma das poucas empresas espanholas que já exploram esse mercado. Há mais de três anos trabalha na costa de Málaga com estrangeiros, mas começaram com a ajuda de uma consultoria alemã e são sócios de outra empresa desse país. Javier Romero é o diretor e também está convencido de que esse negócio será rentável e abundante com o tempo. “A Espanha será a Flórida da Europa”, afirma, mas diz que ainda há receios com a gestão espanhola. “Pusemos um anúncio nos jornais alemães editados na costa e não houve procura, até que se divulgou pela consultoria alemã; então sim, confiaram”, diz.

Os idosos com que trabalham vêm para estadias temporárias, terapêuticas, e em seus três anos de trabalho passaram pelo centro de Marbella cerca de 800 idosos alemães. Tudo deve estar ao gosto deles. Os horários são adaptados, parte do pessoal fala seu idioma e há salsichas por toda parte. Queriam carpete, colocou-se carpete. Até a decoração, sim, tudo deve ser adaptado”.

Romero disse que assim como apreciam o sistema de saúde espanhol ainda mostram receios com a gestão desses outros serviços. Mas ele não desanima, tem outros dois projetos em andamento para estrangeiros: britânicos, alemães e holandeses. Começaram com estadias temporárias e agora mais de 50% dos idosos se hospedam de forma permanente. O grande inconveniente, ele reconhece, é a escassez de pessoal de saúde. “Isso não é fácil de solucionar, porque gerocultores são formados em alguns anos em cursos de formação profissional, mas ter médicos não será tão fácil”.

Em certas temporadas eles tiveram de recorrer a profissionais estrangeiros contratados em seus países. Só no último verão trouxeram 35. Os cuidados dessas pessoas podem gerar cerca de 18.500 postos de trabalho diretos e mobilizar 522 milhões de euros anuais, segundo a secretária de Políticas Sociais do CCOO, Pura García. Os países mais envolvidos, Reino Unido e Alemanha, já têm escritórios na Espanha onde assessoram seus idosos. A maioria dos alemães não se assenta na Espanha por medo de perder vantagens econômicas, mas os que estão se instalando e atingiram uma idade notam “um déficit de cuidados ambulantes”, e nem todos têm uma boa situação econômica.

A embaixada faz um apelo ao governo para que também receba essas pessoas que um dia trabalharam na Espanha e “contribuíram para o bem-estar do país”, explica Rainer Fuchs, conselheiro trabalhista e social da embaixada alemã em Madri. Mas as residências não os apaixonam; eles preferem os cuidados em casa, que gozam de ampla aceitação na Alemanha. Javier Benavente, presidente da Alares, uma empresa especializada em assistência a domicílio, está consciente do potencial que a Espanha tem nesse setor, mas opina que é preciso levar muito a sério “a formação de pessoal”. “Se aproveitarmos isso, não teremos rival no setor”.

El Pais

23 Novembro, 2008

Hay más trabajo en el extranjero, 02/11/08

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El Pais (Espanha), 02/11/08:

http://www.elpais.com/articulo/servicios/Hay/trabajo/extranjero/elpepueconeg/20081102elpnegser_1/Tes/

Hay más trabajo en el extranjero

Los ejecutivos españoles ‘cotizan’ en el mercado internacional, que atrae cada vez a más expatriados. Los principales destinos son Asia, América del Sur y los países del golfo Pérsico

SUSANA CARRIZOSA 02/11/2008

Mejoras salariales, incentivos fiscales, mayores beneficios sociales, bonus interesantes o simplemente ampliar horizontes son algunas de las razones que, ante los vientos de crisis que soplan en el mercado español, han sacudido a una parte de los ejecutivos nacionales a mover ficha y probar suerte tanto en el mercado europeo como allende los mares. 

Las migraciones de profesionales hacia países y posiciones interesantes y mejor pagadas apuntan a los gigantes asiático y americano como destinos preferentes, muy por encima del resto del mundo. Directores generales y financieros son los ejecutivos más buscados para trabajar en Asia, en sectores como banca, moda y alimentación. Concretamente China demanda expatriados ingenieros, ejecutivos y consultores. Igualmente, algunas de las compañías más grandes de la India están captando directivos de Estados Unidos y Europa para los puestos más altos. Según la revista Forbes, en Estados Unidos los médicos y presidentes ejecutivos son los más requeridos y con la más alta banda salarial.

Latinoamérica es otro de los puntos calientes en el marco laboral para altos directivos, dado que es un mercado que busca liderazgo, especialmente en el mundo petrolero, minería y energías renovables. El turismo y la hostelería son sectores que les siguen.

Otros mercados atractivos en las migraciones de ejecutivos son Australia y Chile. En el primer caso, las ocupaciones con mayor demanda recaen en arquitectos, profesionales de sistemas de seguridad en Internet y aeronáutica; mientras que, en el segundo, son los ingenieros, médicos y geólogos los mejor considerados y retribuidos.

El panorama laboral para la alta dirección, especialmente europea, está viendo también ampliadas sus miras en la zona del golfo Pérsico, dado que Emiratos Árabes y Dubai buscan reclutar a los mejores y más cualificados especialistas de sectores energéticos (gas y electricidad), sobre todo.

Un estudio elaborado por la firma de consultoría y búsqueda de directivos Korn Ferry Internacional durante los meses de julio y agosto de 2008 a través de Internet y entre ejecutivos de más de 70 países refleja que el 64% de los directivos entrevistados considera que Brasil, Rusia, la India y China ofrecen mejores oportunidades laborales que EE UU (sólo apoyado por el 22% de la muestra) y que en otras economías desarrolladas, como Europa Occidental o Japón.

Entre las ventajas más valoradas por los ejecutivos a la hora de elegir un destino donde establecer su carrera fuera de España están las referidas a la rebaja en su tributación fiscal. Según una comparativa de Ernst & Young Abogados, España, Holanda, Reino Unido y Francia cuentan con sistemas para atraer a profesionales de alto nivel a sus territorios. Como ejemplo, un profesional que perciba un salario neto de dos millones de euros al año tendrá un coste total para una empresa francesa de cerca de 5,5 millones de euros, que se duplicará prácticamente para una italiana. Sin embargo, en España el coste total sería de algo menos de 2,7 millones de euros.

“He trabajado en París 15 años, en una época en la que BNP Paribas tenía ya una presencia internacional relevante y quería contar con ejecutivos de otras nacionalidades”, manifiesta María Otaola, directiva de la entidad. “En cuanto pude negocié mejoras salariales y obtuve una prima de expatriación, es decir, un porcentaje adicional sobre el sueldo, así como alojamiento, lo cual en París es muy de agradecer. Actualmente pienso que el ejecutivo español está muy valorado”, añade.

Y es que el mapa laboral internacional es atractivo para el ejecutivo español que quiera expatriarse y promocionar internacionalmente su carrera. Para ello cuenta con dos vías de actuación: buscar el traslado más interesante en el seno de la misma empresa o hacerlo a través de entidades de búsqueda directa, que suelen trabajar para clientes de diversos sectores, normalmente en exclusiva. Los conocidos cazatalentos o headhunters. Según explica Carmen Alarcón, socia de Alarcón & Espinosa, “el cliente nos encarga buscar en el mercado a los candidatos idóneos para un puesto determinado e iniciamos el proceso a través de nuestra red de contactos y rastreando el mercado para dar con personas en posiciones similares o comparables, y con una trayectoria de éxito. Así, tras investigar y entrevistar a diferentes candidatos, le presentamos al cliente los mejores”.

Los headhunters han tenido un ciclo de varios años de expansión que les ha permitido participar en la formación de equipos para las empresas españolas que desembarcaban en el extranjero. Sin embargo, actualmente el clima económico ya no es el mismo, “aunque, de momento, no se nota un cierre de las oportunidades, pero sí se detecta una mayor prudencia a la hora de acometer nuevos proyectos. No obstante, las organizaciones siguen necesitando captar al mejor talento del mercado”, indica Alarcón.

Tal y como ha ocurrido con los mercados latinoamericanos, en los que las multinacionales españolas han recurrido a ejecutivos locales para potenciar su crecimiento y ellos a su vez han desarrollado sus carreras profesionales; con la presencia de empresas domésticas en el resto de Europa tras las fusiones y compras de compañías se hace cada vez más frecuente ver a directivos españoles en puestos con sede en París o Londres, aunque América Latina sea el destino natural por aquello del idioma.

“Hace dos meses que trabajo en Inglaterra, en un puesto de responsabilidad mundial en Hewlett Packard”, dice Mónica García Romero. “Al venir, la mejora salarial fue puramente debida a la diferencia del coste de la vida. Sin embargo, los beneficios sociales son diferentes. Aquí, por ejemplo, cuento con un seguro de vida del cónyuge y un seguro de accidentes. Yo aconsejo a los ejecutivos que quieran lanzarse al reto internacional (he trabajado dos años en Bruselas y otros dos en Estados Unidos) que se animen, dado que la visión internacional que te da es un activo importantísimo para cualquier empresa”.

Entre los países que resultan más atractivos para el ejecutivo español, según un estudio de Ernst & Young, Holanda ocupa un lugar destacado debido a sus beneficios fiscales y retribuciones en especie. Italia es interesante, por ser un sitio donde los ejecutivos tributan al tipo general del 39%, lo mismo que Francia al 40% o Alemania al 44,3%. En el Reino Unido, durante los tres primeros años los expatriados tributan como residentes no ordinarios por los rendimientos que generan en suelo británico. Mientras que en China los expatriados están exentos de pagar la Seguridad Social.

Un estudio de Cátenon Worldwide Executive Search confirma que cada vez son más los españoles interesados en estudiar ofertas laborales en Dubai. Hoy son ya 100 españoles los que desarrollan su carrera profesional en los Emiratos Árabes, de los que el 25% emigró el pasado año.

Y es que el profesional doméstico está seguro de sí mismo, confía en sus recursos, domina los idiomas y la cultura global y tiene ganas de crecer rápidamente, señala la socia de Alarcón & Espinosa. Aunque, a diferencia de otros ejecutivos internacionales, “es poco proclive a crear grupos de influencia o de ayuda para otros directivos de su misma nacionalidad que aterricen en el país extranjero en el que está, lo cual hace que tengan un largo camino por recorrer”.

“Mi primer destino internacional fue San Diego; después Washington, y hoy mi sociedad facilita negocios entre EE UU, Brasil y España, explica Alfonso Martínez, fundador de M&A Partners. “En cada lugar cuento con socios muy bien relacionados políticamente y con acceso a muy buenas oportunidades de negocio. Ahora mismo, con la crisis, hay increíbles oportunidades en temas inmobiliarios, de energía… El mejor ejemplo es Warren Buffett, que ha estado comprando en estas últimas semanas”, añade este experto. -

¿Irse fuera? Sí, pero por dinero

Según las opiniones recogidas por Cátenon Worldwide Executive Search en diferentes países europeos y subrayadas por el estudio anual de Satisfacción laboral y calidad de vida 2008 que realiza, sólo el 17% de los españoles residiría en el extranjero durante un periodo superior a tres años si le surgiera una oportunidad laboral interesante, y siempre que la remuneración fuera un 50% superior a la actual.

Si bien es cierto que los ejecutivos españoles son los europeos menos dispuestos a emprender una carrera internacional fuera de nuestro país, no es menos cierto que muchos de ellos sienten la necesidad de reciclarse para poder cotizar en el mercado de trabajo. Y esto lo ponen en práctica no sólo cambiando de sector o de función, sino también incrementando su movilidad geográfica, un elemento de competitividad profesional muy valorado.

“Contamos con una base de candidatos en la que hay perfiles con una amplia experiencia internacional, incluso en lugares tan exóticos como los Emiratos Árabes, que se están convirtiendo en un nuevo polo económico y financiero. El directivo español ha sido tradicionalmente reacio al cambio de residencia, pero las oportunidades de desarrollo profesional y la actual situación del mercado en Europa hacen que cada vez se aprecien más estas oportunidades en países emergentes”, señala Carmen Alarcón, socia de Alarcón & Espinosa.

Además está el efecto arrastre de las inversiones en el exterior de grandes compañías y bancos domésticos, que tiran de los mejores directivos hacia posiciones en el exterior, sobre todo en Latinoamérica y Europa, añade.

Exército espanhol expulsa soldados muçulmanos , 03/11/08

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Diário de Notícias, 03/11/08:

http://dn.sapo.pt/2008/11/03/internacional/exercito_espanhol_expulsa_soldados_m.html

Exército espanhol expulsa soldados muçulmanos

PATRÍCIA VIEGAS 

Espanha. Vigilância aumentou desde o 11 de Março

Militares de confissão islâmica são seguidos pelos serviços secretos

O exército é para muitos jovens muçulmanos de Ceuta e Melilla a única saída profissional possível: 30% dos oito mil militares destacados nestes enclaves espanhóis do Norte de África são de confissão islâmica. Mas, desde os atentados do 11 de Março, muitos são vigiados pelos serviços secretos espanhóis e alguns chegam a ser expulsos da vida militar.

Foi o que aconteceu com Fouad. Estava destacado em Ceuta, tinha notas satisfatórias e era considera- do competente. Mesmo assim, viu recusado o pedido para continuar no exército – que integrava há oito anos.

“No seu conjunto, a qualificação é boa, mas observa-se que, nos assuntos que misturam questões políticas com religiosas, como Israel, os atentados do 11 de Setembro [de 2001] ou a Guerra do Iraque, manifesta-se sempre a favor dos muçulmanos implicados com muito ênfase, como se estivesse envolvido”, lê-se num relatório sobre Fouad, datado de 2003, destinado a justificar a sua não permanência no exército espanhol.

O soldado recorreu da decisão, ajudado por um advogado de Ceuta, acabando por ganhar a batalha administrativa no Supremo Tribunal de Justiça da Andaluzia. Assim, Fouad regressará nas próximas semanas ao Regimento de Cavalaria Blindada de Montesa número 3, em Ceuta, escreveu ontem o El País.

Fouad, garante o jornal, citando fontes próximas dos militares, pertence a um grupo de uma dúzia de soldados muçulmanos que nos últimos anos terão si-do alvo dos chamados relatórios se- cretos, que não podem consultar.

Apesar de tudo, o ex-comandante geral de Ceuta, o general Luis Gómez-Hortiguela, nega que haja alguma “perseguição de algum tipo” contra os muçulmanos, ao contrário do que afirma o dirigente da União Democrata de Ceuta Mohamed Ali

Medida permite a 500 mil descendentes pedir cidadania espanhola , 01/11/08

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Folha Online, 01/11/08:

Medida permite a 500 mil descendentes pedir cidadania espanhola

Colaboração para a Folha Online

Cerca de 500 mil filhos e netos de exilados espanhóis que escaparam da Guerra Civil (1936-39) e da repressão da ditadura podem solicitar a cidadania espanhola, segundo o jornal espanhol “El País”. O gabinete do primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, aprovou, nesta sexta-feira, uma medida que permite que descendentes de espanhóis exilados por razões políticas e econômicas peçam a nacionalidade espanhola. Dos descendentes que podem solicitar a cidadania em um prazo de dois anos –de 2009 a 2011– cerca de 300 mil vivem na Argentina.

Os interessados podem realizar os trâmites no site do Ministério da Justiça da Espanha ou comparecer nos Registros Civis Municipais –se estiver na Espanha– e Consulados da Espanha –se morar no exterior. Eles devem apresentar seus registros de nascimento e de seu ascendente espanhol e documentos que comprovem que seu parente é exilado, que podem ser expedidos por entidades reconhecidas ou vinculadas ao exílio, segundo o jornal.

Para a Organização de Filhos e Netos de Espanhóis, o Estado poderá presumir a “condição de exilado” a todos os espanhóis que saíram do país entre 18 de julho de 1936 e 31 de dezembro de 1955. Eles calculam em meio milhão o número de descendentes dos imigrantes econômicos. Segundo a Associação dos Descendentes do Exílio, cerca de 80 mil espanhóis foram exilados nesta época.

A inclusão dos descendentes de emigrantes como beneficiários de uma lei claramente política como a “Lei da Memória Histórica” provocou certa polêmica, de acordo com o jornal “El País”. O ministro da Justiça, Mariano Fernández Bermejo, explicou que a palavra exílio engloba tanto os motivos políticos quanto econômicos.

A vice-presidente de governo espanhola, Maria Teresa Fernández de la Vega, não informou quantas pessoas podem se beneficiar com a aplicação da lei. A medida havia sido aprovada pelo Congresso dos Deputados em 2007. A “Lei da Memória Histórica” pretende reabilitar as vítimas da Guerra Civil espanhola e da ditadura, maioria do lado republicano, que foram obrigadas a deixar o país.

Lei de retorno voluntário

O governo espanhol também aprovou nesta sexta-feira uma lei de retorno voluntário dos trabalhadores estrangeiros para seus países de origem. Os cidadãos de alguns países latino-americanos e de outros dez poderão ser beneficiados pelas medidas que o governo propõe.

Estas consistem no pagamento adiantado em duas vezes do seguro-desemprego mensal aos estrangeiros que ficaram sem trabalho. Segundo o Ministério do Trabalho e Imigração, o seguro será pago em 40% na Espanha e o restante, quando a pessoa chegar ao seu país. Para isso, o trabalhador terá que deixar o país 30 dias depois de receber o primeiro pagamento na Espanha e se comprometer a não retornar para trabalhar nos três anos seguintes.

Passados os três anos, o trabalhador terá preferência para optar por um emprego na Espanha oferecido pelo governo. Aqueles que decidirem retornar para seus países de origem não perderão seus vistos de residência na Espanha.

Com France Press

El Gobierno ha concedido 533.865 tarjetas de residencia a extranjeros en lo que va de año, 13/11/08

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Minuto Digital, 13/11/08:

http://www.minutodigital.com/actualidad2/2008/11/13/el-gobierno-ha-concedido-533865-tarjetas-de-residencia-a-extranjeros-en-lo-que-va-de-ano/

El Gobierno ha concedido 533.865 tarjetas de residencia a extranjeros en lo que va de año

Redacción

Y eso que hay crisis y cerca de 3 millones de parados. El Gobierno concedió 533.865 tarjetas de residencia a extranjeros entre el 1 de octubre de 2007 y el 30 de septiembre de 2008, según datos del Ministerio de Trabajo e Inmigración.

Mientras los ciudadanos comienzan a preguntarse por qué se permite la entrada masiva de inmigrantes mientras varios millones de españoles tienen que conformarse con sobrevivir hasta final de mes gracias a la caridad, el PSOE se dedica a sobrecargar de mano de obra barata el sistema de trabajo. Es precisamente la izquierda quien echa por la borda todos los derechos, conseguidos a lo largo de los años, de los trabajadores nacionales.

A 30 de septiembre de 2008, el número de extranjeros con certificado de registro o tarjeta de residencia en vigor es de 4.274.821, de los que 2.307.517 (el 54%) son hombres y 1.960.999 (45,9%) son mujeres, sin contar los ilegales.

Este dato implica un aumento del 2,5% (105.735 personas) respecto al trimestre anterior, del 7,3% (295.807) acumulado en el año 2008 y del 14,2% (533.865) en los últimos doce meses.

Según los datos del Ministerio que preside Celestino Corbacho, el 41,4% de los extranjeros es nacional de un país de la UE, el 28,9% es iberoamericano, el 20,4% africano, el 6% asiático, 2,6% europeo de países no comunitario y el 0,4% de países de Oceanía.

El colectivo inmigrante con mayor presencia es el rumano con (715.750 personas), seguido por el marroquí (681.829). A continuación se encuentran los ecuatorianos, colombianos, británico, búlgaros, italianos, chinos, peruanos y portugueses.

Según la comunidad autónoma de residencia, Cataluña, Madrid, la Comunidad Valenciana y Andalucía agrupan el 64,8% de los extranjeros con permiso de residencia.

Por provincias, Madrid registra el mayor número de extranjeros (752.830), seguida de Barcelona (620.659). Entre las dos reúnen el 32,2% del total de inmigrantes en España.

4 Novembro, 2008

Más de 12.000 gitanos han salido de Italia con destino a España. 23/10/08

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Minuto Digital, 23/10/08:

http://www.minutodigital.com/actualidad2/2008/10/23/mas-de-12000-gitanos-han-salido-de-italia-con-destino-a-espana/

Más de 12.000 gitanos han salido de Italia con destino a España

Días atrás el ministro del Interior italiano, Roberto Maroni, aseguraba en una entrevista concedida al diario L’Espresso que ante el endurecimiento legislativo en Italia, muchos de los gitanos se han ido hacia la “más permisiva España de Zapatero”. Ayer confirmó que  según los primeros datos extraídos de los censos de los asentamientos gitanos de Nápoles, Milán y Roma, éstos acogían a 12.346 personas, mientras que calcula que cerca de otras 12.000 ya están en España, Francia y Suiza.

Desde que se puso en marcha la iniciativa para censar a los gitanos en Italia,  en tres meses se han censado 167 asentamientos en Milán, Nápoles y Roma, de los cuales tan sólo 43 eran autorizados, mientras que los restantes eran ilegales. 

“En las zonas rurales hemos encontrado gitanos de origen rumano, gitanos y  sindis, gitanos originarios del actual Pakistán de origen italiano, extracomunitarios no gitanos e italianos.

El responsable de Interior aseguró que las medidas más inmediatas a partir de ahora serán las de desocupar los campos ilegales, encontrar una ubicación donde situar nuevos asentamientos autorizados que cumplan con unos servicios mínimos y llevar a cabo la escolarización de los menores. Si estos ciudadanos no cuentan con el permiso de trabajo “serán expulsados tras ser identificados”, mientras que aquellas personas originarias de países de la UE que no cumplan con unos requisitos mínimos serán “alejadas”.

Chequia tampoco quiere gitanos ilegales

Por su parte el Partido Nacional checo, entregará gratuitamente billetes de avión a los miembros de esta comunidad con la condición de que no regresen al país antes de 2010, según informó este martes en un comunicado. “El Partido Nacional anunció esta semana a la comunidad gitana establecida en la República Checa, que está dispuesto a apoyar financieramente la salida a donde quieran, desde la India a Canadá, de todos y cada uno de los gitanos del país”, según indica el comunicado.

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